Competição destaca tradição gaúcha e o cavalo pantaneiro entre os principais laçadores do país
O Parque do Peão CLC, em Campo Grande (MS), é o cenário da 12ª edição do Brasileirão do Laço Comprido, uma das mais tradicionais competições do gênero no país. O evento reúne os melhores laçadores do Brasil e, nesta edição, destaca as provas com o cavalo pantaneiro, símbolo da resistência e habilidade nos campos do Centro-Oeste.
Confira na reportagem ao Giro do Esporte:
Com um ambiente típico da cultura boiadeira, o clima da competição é marcado por adrenalina e tradição: o boi corre, a poeira sobe, e cada laçada exige precisão, estratégia e perfeita sintonia entre cavalo e cavaleiro. Mais do que um esporte, o laço comprido é um espetáculo que valoriza a habilidade e a concentração dos participantes.
A modalidade, profundamente enraizada na cultura dos pampas gaúchos e dos rodeios crioulos, é muito popular no sul do Brasil — especialmente no Rio Grande do Sul —, além de ter forte presença em países vizinhos como Argentina, Uruguai e Paraguai. Com origens ligadas ao trabalho no campo e à lida com o gado, o laço comprido preserva a tradição do gaúcho e seu vínculo com a terra.
Entre os destaques da competição está Letícia Natis, de apenas 16 anos, que começou a montar aos três e hoje é uma das competidoras classificadas. Um exemplo de que a paixão pelo laço nasce cedo — e pode levar ao pódio.
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