Evento celebrou a sétima arte com exibição de 63 filmes e reuniu mais de cinco mil pessoas em nove dias de programação cultural
O 3º Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito chegou ao fim no último sábado, 2 de agosto, consolidando-se como um dos principais eventos culturais do Mato Grosso do Sul. Realizado no principal destino de ecoturismo do estado, o festival contou com uma intensa programação voltada à sétima arte, que incluiu sessões de cinema, oficinas, seminários e debates.
Durante os nove dias de evento, mais de cinco mil pessoas participaram das atividades, que somaram cerca de 120 horas de programação. No total, foram exibidos 63 filmes de diversos países da América do Sul.
Confira na reportagem com Leonardo Paraná:
A cerimônia de encerramento premiou os vencedores das cinco mostras competitivas. No Júri Oficial Sul-Americano, o prêmio de melhor longa-metragem foi para Oro Amargo, de Juan Olea, que retrata a busca de uma jovem e seu pai por uma vida melhor no deserto do Atacama. O prêmio de melhor curta-metragem ficou com Amor em los Tiempos de Cualquiera que Sea el Nombre Presente, de Valentina Quazulkéf.
Já o Júri Oficial de Cinema Ambiental escolheu como melhor longa o filme Rua do Pescador Número Seis, da atriz e cineasta Bárbara Paz, e como melhor curta, a produção Sobre a Cabeça os Aviões, de Amanda Costa e Fausto Borges.
Entre as produções regionais, o sul-mato-grossense Enigmas no Rolê, de Ulísver Silva, venceu na categoria melhor filme do Júri Oficial. No voto popular, o destaque de melhor filme sul-mato-grossense foi para Jardim de Pedra, da cineasta Dáphyne Shiffer, que aborda a vida e morte da atriz Glauce Rocha.
O Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito reafirma, a cada edição, seu compromisso com a valorização da cultura regional e latino-americana, promovendo o intercâmbio artístico e ampliando o acesso ao cinema independente no Brasil.
Foto: Rogério Medeiros
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