À medida que o Setembro Amarelo chega ao fim, a campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio reforça a importância de discutir saúde mental com seriedade e empatia. Em meio aos desafios, uma tecnologia inovadora começa a se destacar como uma possível aliada nessa luta: a neurometria.
A repórter Daniela Nahas tem mais informações. OUÇA:
Segundo o psicólogo e neurocientista Dr. Jefferson Luís Azevedo Morel, a neurometria oferece uma abordagem promissora para o cuidado com a saúde mental ao identificar precocemente padrões cerebrais e fisiológicos ligados a transtornos como ansiedade, depressão e estresse, muitas vezes antes que os sintomas se tornem perceptíveis no comportamento.
“Através de sensores, inteligência artificial e análise do sistema nervoso, conseguimos mapear desequilíbrios com maior precisão. A partir disso, aplicamos protocolos de treinamento cerebral que auxiliam na restauração do equilíbrio emocional”, explica o especialista. Ele destaca ainda que a técnica pode reduzir significativamente os riscos de ideação suicida e outras disfunções psíquicas.
A neurometria vem sendo adotada por clínicas e centros especializados no Brasil, com resultados promissores. Embora ainda em fase de ampliação e estudos, a tecnologia representa um avanço importante no campo da neurociência aplicada à saúde mental.
Com o fim de mais uma edição do Setembro Amarelo, cresce a expectativa de que inovações como essa possam fortalecer as políticas de prevenção ao suicídio e garantir mais qualidade de vida para quem sofre em silêncio.
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