A Rota Bioceânica não traz benefícios apenas para grandes indústrias e empresas, mas também abre portas para pequenos e microempreendedores que, até então, sequer pensavam em exportar. É o que mostra a história de Brunna Coelho, empresária de Porto Murtinho, município localizado na região pantaneira, a cerca de 440 km de Campo Grande.
Em 2020, Brunna começou vendendo pijamas e lingeries para complementar a renda familiar. Aos poucos, descobriu uma verdadeira vocação para o comércio, especialmente pela satisfação em atender bem e pela busca constante por inovação. No entanto, em 2022, enfrentou um momento difícil e cogitou desistir do negócio.
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Foi quando encontrou apoio na “Sala do Empreendedor” de Porto Murtinho, uma iniciativa do Sebrae que deu a ela o incentivo necessário para seguir adiante. Hoje, Brunna já administra três lojas no estado: duas em Campo Grande e uma em sua cidade natal.
O contato com novidades do mercado e o apoio técnico do Sebrae fizeram com que Brunna tomasse uma decisão estratégica: ultrapassar as fronteiras e levar sua marca para países vizinhos. Com esse objetivo, ela criou uma coleção exclusiva para clientes chilenos da cidade de Iquique, um dos principais portos de saída rumo ao Oceano Pacífico.
A trajetória de Brunna é um exemplo claro de como a Rota Bioceânica está abrindo caminhos para pequenos empresários locais, que podem aproveitar essa nova rota logística para expandir seus negócios e acessar novos mercados internacionais.
No programa Agora 104 da FM Educativa MS, desta segunda-feira (20), foi apresentada a história da Bruna, que serve de inspiração para o tema da coluna “GPS da Economia”, com Aldo Barrigosse.
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