O furacão Melissa combinou força extrema com avanço lento — resultando em danos prolongados, crise humanitária e enorme desafio logístico para recuperação, inclusive nos setores agrícola e de turismo, os principais das regiões atingidas, que podem sofrer impacto por meses ou anos.

O Melissa atingiu a Jamaica como furacão de categoria 5 com ventos de cerca de 185 mph (~295 km/h) — registro histórico para o país, deixando mais de 530.000 pessoas sem energia elétrica na ilha. Os relatos afirmam que hospitais foram danificados, estradas inundadas e comunidades inteiras isoladas. O governo declarou estado de desastre.
Em Cuba, o Melissa chegou como categoria 3 e provocou evacuações massivas — mais de 735.000 pessoas precisaram ser realocadas. Comunidades perderam comunicação e a infraestrutura ficou severamente comprometida.
No Haiti, chuvas intensas causaram inundações graves e deslizamentos. Pelo menos 25 mortes foram confirmadas, com crianças entre as vítimas; mais de 12.000 pessoas estão em abrigos.
O Centro Nacional de Furacões (EUA) informou que o ciclone segue se enfraquecendo ao se afastar e já entrou em fase pós-tropical.
Imagem gerada por I.A
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