No primeiro dia da Conferência Mundial sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, Pará, dois temas chamaram atenção: o agronegócio e a Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB).
Confira em reportagem com Lu Pedrussi:
Agronegócio e biomas brasileiros
O Brasil deu um passo importante ao incluir a agropecuária na pauta de debates. Foram discutidas práticas sustentáveis do setor e a importância de biomas como o Pantanal e a Amazônia para o equilíbrio climático. Historicamente, esses biomas têm características diferentes: o Pantanal, por exemplo, conta com criação de gado há mais de três séculos e possui grande presença de propriedades privadas.
Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB)
A TSB funciona como um “dicionário da sustentabilidade”, definindo, com base em critérios técnicos e científicos, quais atividades e projetos podem ser considerados sustentáveis no Brasil. Vai além do clima, incluindo metas de redução de danos e desigualdades de gênero e raça.
Super Taxonomia
Uma novidade apresentada na COP30 é a proposta da “Super Taxonomia”, iniciativa global que busca criar taxonomias nacionais para cada país. O objetivo é permitir que investidores, governos e empresas comparem níveis de sustentabilidade de produtos e atividades econômicas, respeitando a soberania de cada nação.
A TSB é considerada um marco para atrair investimentos e combater práticas enganosas, fortalecendo a credibilidade do Brasil no cenário internacional de sustentabilidade.
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