Nos últimos anos, o crime organizado deixou de atuar apenas no tráfico de drogas e armas e passou a disputar também símbolos, espaços e manifestações culturais. Facções criminosas têm utilizado o comércio ilegal de obras e bens culturais como fonte de financiamento e, ao mesmo tempo, como estratégia de controle territorial. Essa prática afeta diretamente a memória, a identidade e até o cotidiano de comunidades inteiras.
É sobre esse sequestro dos meios culturais pelo crime organizado que fala o delegado Dr. André Matsushita, na coluna “Fala, Delegado!”.
Confira:
Na ocasião respondeu os questionamentos:
1- Quando falamos em sequestro de meios culturais pelo crime organizado, do que exatamente estamos falando na prática? O senhor pode dar um exemplo concreto para o ouvinte?
2- De que forma esse tipo de atuação afeta o dia a dia das comunidades, a memória coletiva e a identidade cultural desses territórios?
3- O que o poder público e a sociedade podem fazer, hoje, para proteger espaços culturais, projetos e artistas desse avanço do crime organizado sobre a cultura?
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