O fim do ano costuma ser marcado por festas, confraternizações e, também, por uma série de despesas extras. Nesse cenário, o 13º salário chega como um reforço importante no orçamento das famílias. Para ajudar os consumidores a utilizarem o recurso de forma mais eficiente, o colunista Aldo Barrigosse, conhecido como o “GPS da Economia”, reuniu algumas orientações.
Confira:
Para quem inicia dezembro com as contas no vermelho, a recomendação é priorizar o pagamento das dívidas. Segundo o especialista, sempre que possível, deve-se quitar os débitos à vista, especialmente quando houver possibilidade de negociação de descontos. Caso não seja viável, a alternativa é buscar um parcelamento com juros reduzidos, evitando comprometer ainda mais a renda mensal.
Se, mesmo após a regularização das contas, houver sobra do 13º salário, Barrigosse orienta que o valor seja destinado à formação de uma reserva de emergência. Essa quantia é essencial para lidar com imprevistos, como problemas de saúde, desemprego, reparos na residência ou despesas inesperadas com o automóvel.
O especialista recomenda que a reserva seja aplicada em investimentos de baixo risco e com resgate imediato, como a poupança ou o CDB (Certificado de Depósito Bancário). O ideal é que o fundo de emergência represente ao menos três meses das despesas mensais da família.
Barrigosse lembra ainda que o abono natalino pode ser usado de forma estratégica para despesas previstas no início do ano, como a compra de material escolar, contratação de serviços educacionais e o pagamento de tributos, entre eles IPTU e IPVA. Apesar da folga no orçamento proporcionada pelo 13º salário, ele alerta para a importância de evitar compras por impulso.
No caso das compras parceladas, o especialista reforça que o consumidor deve estar atento ao acúmulo de prestações, a fim de não comprometer a renda ao longo dos meses seguintes.
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