Manoel de Barros nunca deixou a infância envelhecer. Em tempos marcados por telas, algoritmos e excesso de informação, sua poesia surge como um convite à desobediência sensível: reaprender a brincar, a imaginar, a errar bonito. Ler, nesse contexto, continua sendo um dos caminhos mais potentes para essa rebeldia saudável.
É com esse espírito que vai ao ar mais uma edição da coluna “Na Ponta da Língua”, celebrou os 109 anos de nascimento de Manoel de Barros, um dos maiores nomes da literatura brasileira.
Para falar sobre a atualidade e a força da obra do poeta, o convidado é o professor Wagner Abdul, que reflete sobre como a poesia de Manoel de Barros segue provocando leitores a desacelerar, observar o simples e reinventar o olhar sobre o mundo — talvez um dos gestos mais revolucionários do nosso tempo.
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