No coração verde de Campo Grande, onde o concreto dá lugar às experiências, a COP15 ganhou um novo significado. Durante o evento internacional, um espaço aberto ao público transformou o debate técnico em uma vivência acessível e envolvente.
Instalado na Casa do Homem Pantaneiro, no Parque das Nações Indígenas, um dos cartões-postais mais conhecidos de Mato Grosso do Sul, o projeto “Conexão Sem Fronteiras” surgiu como uma ponte entre o conhecimento científico e a sociedade. A biodiversidade deixou de ser tema restrito a especialistas e passou a ocupar o centro das atenções do público em geral.
A proposta foi ampliar o alcance da COP15, levando a ciência para além dos laboratórios e aproximando-a do cidadão comum. Com programação gratuita, o espaço apostou na diversidade de linguagens para promover uma verdadeira imersão. Debates, exposições, sessões de cinema e ações culturais ocuparam o local ao longo do evento.
Um dos destaques foi o Cine Pantanal, que exibiu histórias nas quais a natureza aparece como protagonista e, muitas vezes, também como vítima. Iniciativas como essa reforçam uma reflexão inevitável: qual é o papel de cada indivíduo na preservação do planeta?
Confira a reportagem com Leonardo Paraná:
Foto: Zilda Vieira
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