A realização da COP15 sobre Espécies Migratórias, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, transformou o Bioparque Pantanal em um dos principais pontos de visitação de delegações estrangeiras. O local, reconhecido como o maior aquário de água doce do mundo, tornou-se parada quase obrigatória para participantes da conferência.
O evento reúne representantes de cerca de 130 países, que discutem estratégias para a preservação de aproximadamente 1.200 espécies migratórias, incluindo aves, mamíferos, peixes e répteis. Nesse contexto, o Bioparque se destaca como vitrine da biodiversidade e da importância da conservação ambiental.
Com 458 espécies em exposição, o espaço também exerce papel fundamental na reprodução e preservação da fauna: 330 espécies já se reproduziram no local, sendo seis delas ameaçadas de extinção. Entre os destaques estão peixes típicos das bacias brasileiras, como o pintado, o dourado e o curimbatá, conhecidos por seus longos deslocamentos ao longo dos rios para garantir o ciclo reprodutivo.
Diante da agenda ambiental global, o Bioparque Pantanal se consolida como símbolo de preservação e centro de pesquisa, contribuindo para o avanço de iniciativas voltadas à conservação e reforçando a relevância da biodiversidade regional no cenário internacional.
Confira:
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