A COP 30, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém do Pará, já começa a emitir orientações aos países signatários da ONU. O alerta é claro: governos que não conseguirem avançar na transição energética para uma economia mais sustentável — reduzindo o uso de combustíveis fósseis como petróleo e carvão — poderão ser responsabilizados.
Confira na reportagem com Leornado Paraná:
Segundo a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a meta é conter os impactos ambientais, reduzir a fome e contribuir para a diminuição de conflitos em diversas regiões do mundo.
O secretário-executivo da Convenção, Simon Stiell, apresentou nesta terça-feira um panorama preocupante sobre o ritmo lento de enfrentamento da crise climática global.
Entre os principais temas em debate neste segundo dia de discussões estão a mobilização de fundos para países mais vulneráveis e a necessidade de alinhar os planos nacionais de clima às metas de redução do aquecimento global.
Questões como adaptação, bioeconomia, cidades e infraestrutura estão no centro das atenções. Os debates incluem o fortalecimento de cidades resilientes, em consonância com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11, que propõe tornar os assentamentos humanos inclusivos, seguros e sustentáveis.
Outro destaque é o papel da juventude nas ações climáticas. A proposta é ampliar o diálogo entre jovens e líderes mundiais, de modo que suas vozes influenciem diretamente as decisões da conferência. A iniciativa busca fortalecer a participação juvenil nas políticas de energia e no financiamento climático global.
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