Rebanho de gado Sindi pastando em campo de Mato Grosso do Sul
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Do Paquistão ao Pantanal: raça Sindi conquista espaço na pecuária sul-mato-grossense

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A pecuária brasileira é reconhecida pela diversidade de raças que contribuem para o desenvolvimento do setor. Em Mato Grosso do Sul, a raça Sindi vem conquistando cada vez mais espaço nas propriedades rurais e apresentando resultados promissores no campo.

Originária da região de Sindh, no Paquistão, a raça chegou ao Brasil trazendo características que chamaram a atenção de pecuaristas em busca de alternativas ao tradicional Nelore. De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores de Sindi, trata-se da raça zebuína que mais cresceu no país na última década, principalmente por sua capacidade de adaptação aos diferentes biomas brasileiros, incluindo o Cerrado e o Pantanal sul-mato-grossense.

A raça vem ganhando destaque em diversas regiões do Estado devido à excelente adaptação ao clima quente e seco, além dos bons índices de produtividade. Em Mato Grosso do Sul, o Sindi passou a ser visto com mais frequência nos últimos anos, especialmente em municípios como Maracaju, Três Lagoas e Campo Grande.

Criadores apostam na raça por apresentar baixo custo de manutenção, alta fertilidade e capacidade de manter bons resultados produtivos mesmo em pastagens mais simples e durante os períodos de estiagem.

Outras características valorizadas pelos produtores são a precocidade dos animais, a qualidade da carne e a eficiente conversão alimentar. O elevado rendimento de carcaça também se tornou um importante atrativo para o mercado da pecuária de corte.

Na produção leiteira, o Sindi se destaca pela eficiência em sistemas mais econômicos, sendo uma alternativa interessante para pequenos e médios produtores rurais.

Resistente, produtivo e versátil, o gado Sindi se consolida como uma opção estratégica para pecuaristas que buscam reduzir custos sem abrir mão da produção de carne e leite, mesmo em condições climáticas mais desafiadoras.

Para quem deseja conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido na Estância Sindi Ipê, as informações podem ser obtidas pelo Instagram, no perfil @estanciasindiipe, ou pelo telefone (67) 99960-4831.

Confira a reportagem com Elayne Silva:

 

 

 

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