O programa AgroEducativa MS apresentou uma reportagem sobre a pitaya, conhecida internacionalmente como “fruta do dragão”. A fruta tem ganhado espaço no paladar dos brasileiros graças ao sabor marcante e às cores vibrantes que a tornam visualmente atraente.
Em Campo Grande, produtores locais estão descobrindo o potencial da pitaya como alternativa de cultivo. Apesar do investimento inicial, o retorno financeiro pode ser obtido em até dois anos. Segundo especialistas, o custo de implantação da fruta gira em torno de R$ 200 mil a R$ 250 mil por hectare, incluindo mão de obra, mudas e insumos. Parte do valor se deve ao sistema de condução da planta, que utiliza postes de concreto de 2 a 2,2 metros, embora seja possível substituir por madeira.
Para garantir o sucesso da plantação, os produtores intercalam pés de mamão entre as pitayas, oferecendo sombra, já que a fruta não se adapta à incidência direta do sol. Por ser tropical, a pitaya exige irrigação constante e proteção ao longo de todo o ano. O verão deste ano em Mato Grosso do Sul favoreceu especialmente a produção, que se destaca pelo sabor doce e pela riqueza em vitaminas, ajudando na prevenção de doenças comuns à população.
Uma das maiores plantações do estado ocupa cerca de 2 hectares, com mais de 6.000 pés. O proprietário, que nunca havia trabalhado com produção rural, conheceu a pitaya por meio de amigos e se encantou com o cultivo. “Me deparei com a pitaya, fui estudar, assistir a vídeos e gostei. Nunca fui da área, mas quando você é proprietário precisa pensar diferente”, contou.
O AgroEducativa MS vai ao ar aos domingos, às 9h30, pela TV Educativa de Mato Grosso do Sul, com apresentação do jornalista Osmar Bastos. O programa traz reportagens sobre inovação e sustentabilidade no meio rural. A reprise ocorre às sextas-feiras, às 19h, e os episódios estão disponíveis no canal oficial da emissora no YouTube.
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