Dados recentes do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) indicam que o trabalhador de Campo Grande (MS) comprometeu mais da metade do salário mínimo líquido para adquirir a cesta básica no último mês. Após as despesas com alimentação, restariam pouco mais de R$ 650 para cobrir todos os demais custos mensais.
O tema foi discutido no programa “Agora 104”, da FM Educativa MS 104.7, apresentado por Zilda Vieira e Leonardo Paraná, durante o quadro “GPS da Economia”, com a participação do economista Aldo Barrigosse. O especialista destacou os impactos da alta no custo de vida e o desafio crescente do orçamento das famílias.
Entre os itens da cesta básica, produtos como batata, tomate e feijão registraram variações de preço nos últimos meses. Especialistas alertam que esses alimentos podem sofrer novos aumentos dependendo das condições climáticas e da produção agrícola, o que pressiona ainda mais o orçamento das famílias.
Diante desse cenário, economistas recomendam que os consumidores priorizem o planejamento financeiro, façam listas de compras, pesquisem preços e busquem alternativas mais econômicas para manter o equilíbrio do orçamento mensal.
Confira:
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