A primeira frente fria do ano em Campo Grande deixa as autoridades em saúde em alerta. A preocupação é com o possível aumento nos casos de gripe e outras doenças respiratórias.
A repórter Zilda Vieira, da FM Educativa MS 104.7, conversou com a superintendente de Vigilância em Saúde da Capital, Veruska Lahdo, que comentou o cenário.OUÇA:
A superintendente também falou sobre as notícias envolvendo o hantavírus, após o registro de três mortes em um navio de cruzeiro e uma morte confirmada no Brasil, no estado de Minas Gerais. OUÇA:
Veruska Lahdo ainda detalhou o cenário da meningite. Somente neste ano, a Capital já registrou seis mortes pela doença.OUÇA:
A Organização Mundial da Saúde informou que não há indícios de um surto maior de hantavírus após os casos registrados no navio de cruzeiro no Oceano Atlântico.
Segundo a entidade, até agora foram confirmados onze casos da doença, com três mortes. Todos os registros ocorreram entre passageiros e tripulantes do navio MV Hondius.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que os pacientes foram isolados e seguem sob acompanhamento médico, o que reduz o risco de transmissão.
A recomendação da OMS é que os passageiros do cruzeiro permaneçam em monitoramento até o dia 21 de junho. Pessoas com sintomas devem ser isoladas e receber atendimento médico imediato.
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