Uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelou que a intenção de consumo das famílias atingiu, em fevereiro de 2026, o maior patamar desde abril de 2025 na capital sul-mato-grossense.
Em Campo Grande, o índice avançou para 109,2 pontos, registrando crescimento de 2% em relação a janeiro. O resultado foi novamente impulsionado pelas famílias com renda superior a 10 salários mínimos.
Em entrevista à FM Educativa MS, a economista da Fecomércio MS, Ludmila Velozo, destacou que o acesso ao crédito continua sendo um dos principais pontos de desigualdade entre as faixas de renda.
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“Entre as famílias com renda superior a 10 salários mínimos, 23,5% consideram que está mais fácil obter crédito, enquanto apenas 16% das famílias de menor renda têm essa avaliação”, afirmou.
Segundo a economista, o consumo efetivo também avança de forma mais intensa entre quem ganha mais. Nesse grupo, 28,6% afirmam estar comprando mais do que no ano passado. Já entre as famílias de menor renda, o percentual é de 20,5%.
Os dados reforçam a tendência de recuperação do consumo na capital, embora ainda evidenciem diferenças significativas entre as classes de renda.
Confira a pesquisa na íntegra: Aqui
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